Ontem a noite foi longa e teve brigadeiro. É que houve um encontro que qualquer crítico de arte duvidadaria ter saído bem: as cantoras do disco “Mulheres de Péricles” sentaram-se juntas, com seus respectivos pares e alguns ausentes, para escutar o disco pronto, na sala cedida pela doce dona da casa Mariana Aydar.
O ego, o destrutivo, o comparativo foram extintos e claramente não existem.
Se algum dia uma geração de cantoras foi banhada de rivalidades e entrigas, talvez fosse porque não tinham Nina Cavalcanti e Zé Pedro, ou mesmo não tinham o coração generoso dessas enormes estrelas que torcem a favor do céu.
Honestamente, o disco é um marco. Não é uma coletânia, é um movimento cultural, é uma revolução, é uma onda gigante linda que banha a música e dispensa cometários.
Que venham mais encontros das cantoras! Viva a geração MPB, viva Péricles Cavalcanti !
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