De volta na terra natal, que beleza! Voltam, ao poucos, a chegar os emails e novidades que por cá acontecem.
Uma dessas boas novas que vem é o disco do Macau. Parece-me motivo de comemoração ver a produção cultural dos meus conterrâneos brilhar cada vez mais e se entrelaçar unindo as forças.
Sempre me perguntei se eu faria parte de algum desses movimentos de uma geração onde os artistas parecem estar numa sintonia comum e suficientemente entregues a ponto de construir seus castelos germinados nos vizinhos que usam os mesmos tijolos.
Ver esses colegas de geração, amigos, irmãos de país, de idioma, de profissão, todos eles artistas, trabalhadores e vivos nesse vídeo do Macau é revelador; sim, podemos fazer um time, e podemos marchar num movimento. Somos uma geração produtiva, eu faço parte de uma geração produtiva. Dessa vez como espectadora e admiradora (esse é mesmo o principal papel porque sem público não tem graça, nem música, nem espetáculo, nem pavão).







